A epilepsia é uma doença cerebral caracterizada por crises convulsivas, que são alterações na atividade elétrica do cérebro. Essas alterações geram contrações involuntárias da musculatura ou alterações no comportamento em diversos graus. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 50 milhões de pessoas no mundo convivem com a enfermidade, que não escolhe idade, raça, classe social ou nacionalidade.
As causas são variadas. As crises convulsivas podem ser de origem congênita (a pessoa nasce com a doença), resultado de um traumatismo ou de um distúrbio metabólico. O diagnóstico é importante para a escolha do tratamento mais adequado que, normalmente, envolve o uso de medicamentos anticonvulsionantes. Seguindo as recomendações médicas, os pacientes podem ter uma vida normal.
Os familiares e amigos são fundamentais no tratamento da epilepsia. É importante que alguém acompanhe o paciente nas consultas, observe os sintomas e saiba como agir durante as crises convulsivas.
O que fazer ao presenciar uma crise?
- Proteja a cabeça da pessoa, para que ela não se machuque.
- Verifique se não há nada impedindo a respiração.
- Chame o socorro.
É importante observar o comportamento do paciente durante a crise
para depois relatar ao médico.
Essas informações vão ajudar no atendimento
e na identificação da origem da doença.
Fonte: Informativo Unimed-BH, ano 2, out-nov-dez/2010, número 5, página 11.
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